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  • Informe Popular

Vice-Presidente da FENAJ participa do 2º Encontro Nacional de Proteção aos Comunicadores


Participam também do encontro a diretora Márcia Quintanilha e os diretores Márcio Garoni, Norian Segatto e Guto Camargo, da FENAJ.


Representando a FENAJ, o vice-presidente, Paulo Zocchi, participa da abertura do 2º Encontro Nacional de Proteção aos Comunicadores, no dia 16/12, em SP.


A FENAJ elabora, desde 1998, o seu relatório Anual de “Violência contra Jornalistas e a Liberdade de Imprensa no Brasil”, que sai em janeiro. No relatório, abordamos não só assassinatos – de jornalistas profissionais, e também de outros profissionais da comunicação, comunicadores populares e blogueiros, mas outras facetas da violência, como atentados, agressões físicas, agressões verbais, ameaças e intimidações (pessoalmente e também por meios virtuais, via redes sociais), atos de censura, cerceamento à liberdade de imprensa por meio judicial, impedimentos ao exercício profissional, prisões e detenções e ataques à organização sindical.


O relatório registra os casos de violência por região e estado do país, por gênero do agredido, por tipo de mídia e pelo perfil dos agressores, e traz um relato de cada caso. O levantamento é feito pelos 31 sindicatos ligados à Fenaj em todo o país, e é uma ferramenta de conscientização a respeito do exercício do jornalismo no Brasil e de denúncia e combate à violência. Quem quiser, tem acesso ao conjunto dos relatórios no site da Federação.


No cotidiano, a FENAJ faz a sistemática e permanente denúncia dos casos de violência contra jornalistas, em parceria com os sindicatos em todo o Brasil. Como resultado de sua experiência acumulada, a Federação elaborou um Protocolo Nacional de Segurança e Melhoria das Condições de Trabalho dos Jornalistas, cuja batalha é para que seja subscrito pelas empresas do setor como um acordo coletivo, que, além de pontos sindicais, traz o compromisso com medidas de proteção como a “Criação de Comissões de Segurança” nas redações para avaliação de riscos em coberturas e adoção de medidas protetivas, fornecimento pelas empresas de equipamentos de segurança em coberturas de risco, bem como seguro de vida e treinamento específico para os profissionais, defesa da federalização de investigações de crimes contra jornalistas e da criação de um Observatório Nacional de Crimes Contra Jornalistas.


Créditos: FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas

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